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República estudantil foi um dos temas do Profissão Repórter

23 abr

Novidade, separação, empolgação, saudade. Foram os motes da reportagem do Profissão Repórter da última terça-feira. O programa retratou a realidade de quem sai de casa para morar fora e tem que aprender a lidar com sentimentos diversos e a ser gente grande.

Enquanto pais ficam aflitos, os filhos deixam suas casas animados. (É bom deixar claro que nem sempre é assim). E na ânsia de ser alguém na vida, os estudantes de ensino médio ou de pré-vestibular deixam para trás pais e namorados (Como já diria Capital Inicial) e tem que encarar uma realidade completamente diferente da que foi vivida até então.

Os repórteres acompanharam duas repúblicas de Ouro Preto, uma feminina, outra masculina. Deu pra perceber que, realmente, a vida lá é bem diferente. É preciso batalhar pra ficar na república, os “bixos” são tratados “a ferro e fogo” durante um período inteiro, carregam placas por todos os lados, fazem toda a tarefa na casa. Mas há também a parte boa: muitas festas, as sociais por exemplo, muitas pessoas diferentes e toda a liberdade que em casa a maioria dos jovens não têm.

Se você perdeu, assista o programa na íntegra no site do Profissão Repórter . Lá tem também fotos de uma festa de integração entre duas repúblicas. Dá pra sentir o gostinho de como funciona o esquema republicano de Ouro Preto.

E tem até fotos das turmas enviadas por universitários espalhados por todo o Brasil. Desde o trote até a formatura. Vale a pena conferir e conhecer as tantas vertentes da vida universitária brasileira.

Já que não deu tempo de enviar foto da nossa turma aí vai uma:

Que situação!!!

Por Marcelle Desteffani

Da lama pra cama

8 abr

Estudantes da UFV na lama, literalmente.

Não…essa foto não representa uma cena de trote. É um tipo de festa que acontece na cidade universitária de Viçosa – MG. A Cervejada é uma festa organizada pelas turmas da Universidade Federal de Viçosa (UFV) que estão se formando. O dinheiro arrecadado é mais uma contribuição para a festa de formatura que está por vir. Essa festa é realizada em sítios que possam formar esse “mar” de lama. A intenção é extravasar mesmo; isso porque é uma das últimas festas que alguns estudantes vão organizar e curtir.

Os anos vividos em uma universidade, longe de casa, passando sufocos para avançar de período, longe da família, valem a pena. “As amizades, as festas, também ficam para a vida toda”, diz o estudante de engenharia de produção J. P. que se forma esse ano. O que não falta por lá além de muito esforço para ter o diploma em mãos é muita festa organizada pelos universitários.

Na última cervejada (digamos, lamaçadas) deste ano, B.A., estudante de Engenharia Florestal da UFV, voltou para sua república demasiadamente sujo (jura?), e completamente embreagado, no sentido também sujo da palavra. Para encarar as típicas escadas de prédios onde estudantes moram, ele se agarrava no corrimão. Quando sentia que estava prestes a cair, “carimbava” as paredes.

Girando a chave, abrindo a porta, chegando ao quarto, deitando na cama todo sujo… B.A. deixou sua marca por todo o percurso, virou a prova “viva” da autoria de toda aquela sujeira. O resultado não poderia ser outro: no outro dia, de manhã, o síndico toca a campainha, muito bravo, e imediatamente incumbe o garoto de limpar toda aquela sujeira. E não tinha nem como negar, dizer que não foi B.A. o autor de toda aquela sujeira. O síndico viu o apartamento abarrotado de lama.

“O ‘melhor’ de tudo é acordar no outro dia, olhar aquela lama toda e tentar lembrar realmente o que aconteceu… tudo muito engraçado até você se dar conta de que existe um síndico a caminho da sua porta… Não deu outra, com uma ressaca terrível, tive que limpar todo o estrago”, conta B.A. É, depois que passa é engraçado. A farra vale a pena, mas o mico…

Abaixo podemos ver o luxo da festa

A festa também tem comunidade no orkut.

Por Francine Leite e Soraia Camata